As Copas Em Números
Quantas decisões controversas ao longo do tempo poderiam ter sido afetadas pelo VAR? Veja também quais os incidentes mais comuns ao longo da história do futebol.

E se o VAR existisse desde a primeira Copa do Mundo? Descubra como 94% das decisões controversas da história do mundial poderiam ter mudado os resultados e, consequentemente, reescrito toda a história do futebol, mostrando quem voltou para casa cedo demais e quais apostas se confirmaram.
Uruguai
ArgentinaApito fantasma encerrou a jogada antes do tempo, negando possível gol de empate.


Uruguai
ArgentinaA correção do VAR poderia ter permitido que a Argentina marcasse um gol de empate, mudando a classificação do grupo e a trajetória do torneio.
Itália
ÁustriaMúltiplos erros de impedimento, arbitragem polêmica na semifinal.


Itália
ÁustriaO VAR provavelmente teria permitido que a Áustria avançasse, alterando a formação das semifinais e finais.
Itália
BrasilPênalti contestado na semi de final Brasil x Itália.


Itália
BrasilA reversão do pênalti poderia ter permitido que o Brasil avançasse mais longe, mudando os resultados do torneio.
Uruguai
BrasilA bola fora de jogo para o gol da vitória do Uruguai não foi percebida.


Uruguai
BrasilO VAR teria validado o gol do Brasil, provavelmente mudando o campeão final.
Alemanha Ocidental
HungriaGol de Puskás anulado, comportamento antidesportivo não notado.


Alemanha Ocidental
HungriaA Hungria poderia ter empatado e possivelmente vencido, alterando a história do futebol.
Brasil
FrançaImpedimento não notado para a França, possível conduta antidesportiva.


Brasil
FrançaA França poderia ter avançado mais longe, potencialmente mudando o resultado de jogo e o finalista da Copa do Mundo naquele ano
Brasil
InglaterraGol erroneamente anulado para a Inglaterra (Milla), invasão de campo.


Brasil
InglaterraA Inglaterra poderia ter empatado ou vencido, alterando a dinâmica do torneio.
Inglaterra
AlemanhaGol fantasma de Geoff Hurst concedido na final, gol de impedimento nas semifinais.


Inglaterra
Alemanha OcidentalA Alemanha poderia ter forçado a prorrogação ou vencido, mudando o resultado do campeonato.
Brasil
UruguaiIncidente de cotovelada de Pelé contra o Uruguai não notado pelo árbitro


Brasil
UruguaiA expulsão de Pelé poderia ter mudado o campeão daquele torneio.
Alemanha Ocidental
HolandaPênalti para os Holanda negado, faltas questionáveis.


Alemanha Ocidental
HolandaChamadas corretas poderiam ter ampliado a vantagem da Holanda, possivelmente prejudicando a campanha da Alemanha.
França
AlemanhaFalta de Schumacher em Battiston, sem cartão ou pênalti.


França
AlemanhaA concessão de pênalti poderia ter mudado o resultado da semifinal.
Argentina
InglaterraGol da “Mão de Deus” validado.


Argentina
InglaterraUm gol ou pênalti concedido à Inglaterra poderia ter alterado o resultado do torneio.
Alemanha Ocidental
ArgentinaAndreas Brehme converteu um pênalti aos 85 minutos. O árbitro assinalou o pênalti apesar da controvérsia. O VAR teria anulado o pênalti no fim. O placar permaneceria 0 a 0 e seguiria para a prorrogação.


Alemanha Ocidental
ArgentinaO VAR poderia ter permitido que a Argentina vencesse em vez da Alemanha Ocidental.
Italia
EspanhaCotovelo de Tassotti em Enrique, pênalti e cartão vermelho negados à Espanha.


Italia
EspanhaUm cartão vermelho e pênalti poderiam ter favorecido a Espanha, mudando a progressão do torneio.
França
ItáliaDisputa de pênaltis Itália x França, cartões e faltas contestadas.


França
ItáliaA aplicação do VAR poderia ter favorecido a Itália na disputa de pênaltis.
Brasil
BélgicaGol de cabeça de Wilmots erroneamente anulado por falta contra o Brasil.


Brasil
BélgicaA Bélgica poderia ter empatado ou vencido, mudando a dinâmica do torneio.
Argentina
MéxicoGol de Tevez em impedimento permitido.

ArgentinaA correção do VAR poderia ter ajudado o México a avançar.
Espanha
HolandaChute de kung-fu de De Jong, amarelo elevado a vermelho.


Espanha
HolandaHolanda em desvantagem, Espanha beneficiada.
EUA
EslovêniaGol de Mo Edu erroneamente anulado.


EUA
EslovêniaUm gol concedido pelo VAR poderia ter mudado a qualificação.
Nigéria
BósniaGol de Džeko erroneamente considerado impedido.


Nigéria
BósniaA Bósnia/Nigéria foi afetada pelo gol anulado.
Uruguai
ItáliaMordida de Suárez em Chiellini, VAR daria cartão vermelho.


Uruguai
ItáliaA Itália avançaria com o cartão vermelho aplicado.
Alemanha
ArgentinaIncidentes de pênalti/falta não notados.


Alemanha
ArgentinaA correção do VAR poderia ter beneficiado a Argentina.
França
NigériaGol impedido de Emenike, falta de Matuidi em Onazi prejudicaram a Nigéria.


França
NigériaA Nigéria em desvantagem, a França beneficiada.
Quantas decisões controversas ao longo do tempo poderiam ter sido afetadas pelo VAR? Veja também quais os incidentes mais comuns ao longo da história do futebol.



As decisões de arbitragem que mudaram a história do futebol e da Copa do Mundo, e partiram corações de muitos torcedores.


Ferenc Puskás marcou aos 89 minutos. O árbitro anulou o gol por impedimento.
Com o VAR, o gol de Puskás aos 89 minutos teria sido validado.O placar ficaria 3 a 3, deixando a partida em aberto para uma prorrogação.
3-2 Hungria


Impedimento debatido. VAR traria clareza. A final da Copa do Mundo de 1954, conhecida como “O Milagre de Berna”, teve a Alemanha Ocidental vencendo a Hungria, que dominava o futebol na época. Nos minutos finais, Ferenc Puskás marcou um gol que foi anulado por impedimento pelo árbitro Bill Ling, decisão muito debatida. A Hungria perdia de 3 a 2 e o gol de Puskás poderia ter empatado o jogo aos 89 minutos. Sem VAR, a marcação permaneceu, mas análises posteriores sugerem que o gol provavelmente teria sido validado, levando possivelmente à prorrogação e mudando a história do futebol.


Leonel Sánchez deu um soco em Humberto Maschio,quebrando o nariz do italiano. O árbitro não aplicou cartão nem marcou pênalti.
Com o VAR, teria sido aplicado cartão vermelho e pênalti a favor da Itália pela agressão de Sánchez. O placar ficaria 2 a 1 para o Chile.
2-0 Chile


Batalha de Santiago - Conduta violenta ignorada. Na partida de 1962 entre Chile e Itália, conhecida como “Batalha de Santiago”, Leonel Sánchez, do Chile, acertou um soco no italiano Humberto Maschio, quebrando-lhe o nariz. O árbitro não marcou pênalti nem aplicou cartão vermelho. O jogo ficou marcado pela brutalidade e pela falta de punição para lances violentos. Com o VAR moderno, uma conduta assim teria resultado em expulsão e pênalti imediato para a equipe adversária.


O chute de Geoff Hurst acertou o travessão e quicou perto da linha aos 101 minutos. O árbitro validou o gol.
Com o VAR, o chute de Hurst teria sido considerado 'não-gol'; a bola não cruzou totalmente a linha. O placar ficaria 3 a 2 para a Inglaterra (após a prorrogação).
4-2 Inglaterra


Gol famoso e disputado na história das Copas. Na final de 1966, em Wembley, Geoff Hurst chutou a bola, que bateu no travessão, quicou perto da linha e foi confirmado como gol pelo bandeirinha Tofiq Bahramov. As imagens não são conclusivas, e muitos acreditam que a bola não cruzou totalmente a linha. O gol deu à Inglaterra a vantagem de 3 a 2 na prorrogação, ajudando a equipe a vencer por 4 a 2. O lance ficou conhecido como “gol fantasma” e ainda gera debate intenso.


Incidente de cotovelada de Pelé contra o Uruguai não notado pelo árbitro.
Com o VAR, Pelé teria recebido cartão vermelho pela cotovelada. O placar permaneceria 3 a 1 para o Brasil.
3-1 Brasil


Cotovelada de Pelé na Copa de 70. A semifinal da Copa do Mundo de 1970, no Estádio Azteca, na Cidade do México, teve a lendária seleção brasileira enfrentando o Uruguai. Durante a partida, Pelé deu uma cotovelada em um defensor uruguaio durante uma disputa aérea. Na época, a arbitragem era mais leniente em relação à fisicalidade, e nenhum cartão foi aplicado nesse lance. O jogo continuou, e o Brasil venceu por 3 a 1, indo à final e conquistando seu terceiro título mundial. Esse incidente exemplifica como o jogo físico frequentemente era menos controlado em comparação com os padrões modernos. Com o VAR, essa conduta provavelmente teria resultado em ação disciplinar, como cartão vermelho, ou ao menos marcação de falta.


Harald Schumacher colidiu com Patrick Battiston aos 57 minutos. O árbitro não marcou falta.
Com o VAR, teria sido aplicado cartão vermelho a Schumacher e pênalti a favor da França aos 57 minutos.
5x4 Alemanha Ocidental (Pênaltis)


Uma das faltas mais sujas sem punição. Na semifinal entre Alemanha Ocidental e França na Copa de 1982, em Sevilha, o goleiro Harald Schumacher colidiu violentamente com Patrick Battiston aos 57 minutos, deixando-o inconsciente e sem dois dentes. O árbitro Charles Corver não marcou falta nem aplicou cartão, chocando os espectadores. A ausência de punição tornou essa uma das faltas mais famosas e controversas da história das Copas.


A França marcou aos 87 minutos, mas o gol foi anulado após um “apito fantasma”. O árbitro reverteu o gol.
Com o VAR, o gol da França aos 87 minutos teria sido validado. O placar ficaria 4 a 1.
4-1 França


Árbitro influenciado por interferência externa. Na partida da Copa do Mundo de 1982 entre França e Kuwait, aos 88 minutos, os jogadores do Kuwait pararam a jogada por ouvir um “apito fantasma”, gerando o gol francês. O árbitro inicialmente validou o gol, mas, pressionado pelo príncipe Fahid, presidente da federação do Kuwait, anulou a marcação, revertendo o placar para 3 a 1. Com o VAR, o gol provavelmente teria sido mantido.


Roger Milla marcou aos 77 minutos. O árbitro anulou o gol por impedimento.
Com o VAR, o gol de Milla teria sido validado. O placar ficaria 1 a 0 para Camarões.
0-0 Empate


Gol de Milla mal anulado. Na partida da fase de grupos da Copa do Mundo de 1982 entre Camarões e Peru, o atacante camaronês Roger Milla marcou um belo gol aos 77 minutos, mas ele foi anulado por impedimento. Análises contemporâneas e a revisão das filmagens mostram que Milla não estava em posição de impedimento, tornando a anulação um claro erro de arbitragem. Essa decisão teve um papel crucial no torneio, pois Camarões terminou a partida sem gols e quase se classificou no lugar da Itália, que acabaria conquistando a Copa do Mundo.


Diego Maradona socou a bola para dentro do gol aos 51 minutos. O árbitro validou o gol.
Com o VAR, o gol de mão de Maradona teria sido anulado. O placar ficaria 1 a 1.
2-1 Argentina


La Mano de Dios. Nas quartas de final da Copa do Mundo de 1986, no Estádio Azteca, na Cidade do México, Diego Maradona marcou um gol contra a Inglaterra que ficou mundialmente famoso como a “Mão de Deus”. Maradona usou a mão para empurrar a bola para o gol, violando claramente as regras do futebol. O árbitro e os bandeirinhas não perceberam o toque de mão, e o gol foi confirmado, dando a liderança à Argentina. Esse lance permanece um dos gols mais controversos comentados da história das Copas.


O Brasil marcou aos 70 minutos. O árbitro validou o gol. A Espanha parecia ter empatado, mas o gol foi anulado.
Com o VAR, ambos os lances seriam ajustados: o gol do Brasil por impedimento seria anulado e o gol de empate da Espanha seria validado. O placar ficaria 0 a 1 para Espanha.
1-0 Brasil


Duas decisões-chave do VAR teriam alterado a classificação. No jogo da fase de grupos da Copa do Mundo de 1986, o Brasil vencia a Espanha por 1 a 0 quando a Espanha marcou um gol de empate que não foi validado devido a impedimento ou julgamento confuso, muitas vezes chamado de “gol fantasma”. Ao mesmo tempo, um gol do Brasil foi questionado por posição de impedimento. Sem o VAR, essas decisões permaneceram como marcadas originalmente. Análises posteriores indicam que o gol da Espanha deveria ter sido validado e o gol do Brasil anulado. O placar final de 1 a 0 foi decisivo para a classificação do grupo, mostrando como o VAR poderia ter mudado o resultado.


Diego Maradona tocou a bola com a mão sobre a linha do gol aos 45 minutos. O árbitro não marcou pênalti.
Com o VAR, teria sido aplicado cartão vermelho a Maradona e pênalti para a URSS. O placar ficaria 1 a 1.
2-0 Argentina


Incidente menos conhecido da “Mão de Deus”. Na fase de grupos da Copa do Mundo de 1990, na Itália, Diego Maradona cometeu uma mão na bola sobre a linha do gol, semelhante à sua famosa “Mão de Deus” de 1986, mas desta vez ficou impune. Apesar de evidências claras de toque deliberado, os árbitros permitiram que o jogo continuasse sem marcar pênalti para a URSS ou aplicar qualquer cartão a Maradona. Esse lance recebeu menos atenção que o episódio de 1986, mas continua significativo na história das Copas.


Andreas Brehme converteu um pênalti aos 85 minutos. O árbitro assinalou o pênalti apesar da controvérsia.
O VAR teria anulado o pênalti no fim. O placar permaneceria 0 a 0 e seguiria para a prorrogação.
1-0 Alemanha Ocidental


Pênalti duvidoso. Na final da Copa do Mundo de 1990, realizada em Roma, o único gol foi marcado por Andreas Brehme em uma cobrança de pênalti nos minutos finais, após uma falta controversa assinalada a favor da Alemanha Ocidental. O lance envolveu um empurrão na área, mas muitos acreditam que a falta foi mínima ou mesmo inexistente. Com o VAR, a decisão provavelmente teria sido revista e o pênalti anulado, mostrando como sistemas modernos poderiam trazer mais justiça ao jogo.


Mauro Tassotti deu uma cotovelada em Luis Enrique aos 90 minutos. O árbitro não aplicou cartão nem marcou pênalti.
Com o VAR, a cotovelada de Tassotti teria resultado em cartão vermelho e pênalti para a Espanha. O placar ficaria 2 a 2.
2-1 Itália


Falta flagrante ignorada pelo árbitro. Nas quartas de final da Copa do Mundo de 1994, em Foxborough, Massachusetts, o meio-campista espanhol Luis Enrique recebeu uma cotovelada brutal no rosto do defensor italiano Mauro Tassotti aos 90 minutos. A cotovelada quebrou o nariz de Luis Enrique, mas o árbitro não viu o lance e nenhum cartão ou pênalti foi marcado. Posteriormente, Tassotti foi suspenso por oito partidas internacionais, mas o resultado da partida já havia sido afetado sem punição imediata. Esse incidente permanece como um exemplo clássico de falta flagrante ignorada.


Branco sofreu uma falta no final da partida que levou ao gol decisivo do Brasil. O árbitro marcou a falta.
O VAR teria anulado a falta polêmica. O placar potencialmente mudaria; o resultado seria impactado.
3x2 Brasil


Aquele gol de falta do Branco. Branco esteve envolvido em um momento crucial no final da partida, quando sofreu uma falta após disputar a bola com o jogador holandês Wim Jonk. A falta levou à cobrança que resultou no gol decisivo, mas houve alegações de que Branco exagerou o contato, gerando críticas por simulação. Mesmo assim, ele marcou o gol, dando ao Brasil a liderança por 3 a 2. O árbitro Rodrigo Badilla, da Costa Rica, validou a falta apesar dos protestos da equipe holandesa, que argumentou que Branco usou a mão de forma injusta para afastar os zagueiros. Essa cobrança de falta foi decisiva para o avanço do Brasil e sua eventual conquista da Copa do Mundo. Com a tecnologia do VAR, o lance poderia ter sido revisado e a falta eventualmente anulada, mas não se tratava de um pênalti.


Sol Campbell marcou de cabeça aos 88 minutos. O árbitro anulou o gol por contato no goleiro.
O VAR teria validado o gol de cabeça de Campbell. O placar se torna 3 a 2 para a Inglaterra.
2x2 Argentina (Pênaltis)


Contato mínimo no goleiro, o VAR teria validado o gol. Na dramática oitavas de final da Copa do Mundo de 1998 entre Argentina e Inglaterra, Sol Campbell marcou um gol de cabeça nos momentos finais que teria empatado o jogo em 2 a 2. O gol foi anulado por suposta falta no goleiro argentino, mas análises posteriores indicam que o contato foi mínimo ou inexistente. A Inglaterra jogava com dez homens após o cartão vermelho de David Beckham, tornando o gol anulado um momento crucial. Sem o VAR na época, a decisão permaneceu, mas com a tecnologia moderna, o gol provavelmente teria sido validado, mudando o desfecho da partida.


Damiano Tommasi marcou um gol de ouro aos 117 minutos. O árbitro anulou por impedimento.
O VAR teria validado o gol de ouro de Tommasi. O placar se torna 2 a 1 para a Itália.
2-1 Coréia do Sul


VAR corrige o impedimento. A partida das oitavas de final da Copa do Mundo de 2002 entre Coreia do Sul Itália foi uma das mais controversas da história do torneio. Damiano Tommasi marcou um gol no final da prorrogação que teria encerrado a partida com a classificação da Itália, mas o árbitro Byron Moreno anulou por impedimento. Os replays mostraram que a decisão foi limítrofe e muito debatida. O jogo teve ainda outras polêmicas, como o cartão vermelho mostrado a Francesco Totti por simulação e a leniência com faltas sul-coreanas, o que alimentou suspeitas de favorecimento ao país-sede. Sem o VAR, a marcação de impedimento manteve a classificação da Coreia do Sul para as quartas de final. Com a tecnologia hoje, o gol de Tommasi provavelmente teria sido validado, alterando o resultado para 2 a 1 a favor da Itália e mudando significativamente o rumo do torneio.


A Espanha teve pelo menos dois gols anulados por volta dos 50 minutos e outro no primeiro tempo da prorrogação. O árbitro os anulou por impedimento ou por a bola ter saído de jogo.
O VAR teria validado os gols anulados da Espanha. O placar se torna 2-0 para a Espanha.
0-0 Coréia do Sul (Pênaltis)


Grande escândalo de arbitragem. Durante a partida em Gwangju, a Espanha teve pelo menos dois gols legítimos anulados pelo árbitro Gamal Al-Ghandour e seus assistentes. Um gol foi cancelado devido a uma marcação duvidosa de impedimento ou puxão de camisa, e outro foi anulado quando um árbitro assistente sinalizou incorretamente que a bola havia saído de jogo, embora os replays mostrassem que não havia saído. A Espanha dominou a partida e criou múltiplas oportunidades de gol, mas teve esses gols negados. A Coreia do Sul acabou vencendo por 5 a 3 nos pênaltis após empate em 0 a 0 na prorrogação, mas muitos observadores suspeitam que a arbitragem parcial influenciou o resultado. A tecnologia moderna do VAR provavelmente teria revertido a anulação de ambos os gols, permitindo que a Espanha vencesse a partida e avançasse no torneio.


Marc Wilmots marcou de cabeça aos 35 minutos. O árbitro anulou o gol.
O VAR teria validado o gol de cabeça de Wilmots. O placar se torna 2-1 para a Bélgica.
2-0 Brasil


VAR teria validado o gol de cabeça. Aos 35 minutos, o capitão belga Marc Wilmots marcou um gol de cabeça, mas o árbitro Peter Prendergast anulou a jogada alegando falta no zagueiro brasileiro Roque Júnior. Wilmots e várias testemunhas afirmam que o contato foi mínimo ou inexistente, descrevendo a disputa como justa. O próprio árbitro pediu desculpas a Wilmots no intervalo, admitindo que a marcação provavelmente estava errada. O gol anulado manteve a Bélgica perdendo por 2 a 0 e contribuiu para sua eliminação. Com o VAR, a revisão provavelmente teria validado o gol, mudando o resultado final.


Um pênalti foi marcado para Fabio Grosso aos 92 minutos. O árbitro validou a penalidade apesar do contato mínimo.
O VAR teria anulado o pênalti de Grosso. O placar se torna 0-0.
1-0 Itália


Pênalti polêmico no último minuto. Aos 92 minutos, o zagueiro italiano Fabio Grosso teve um pênalti marcado a seu favor após uma disputa com o capitão australiano Lucas Neill. Replays análises sugerem que Neill não fez contato significativo que Grosso pareceu valorizar a queda, sendo acusado de simulação. O árbitro Luis Medina Cantalejo marcou o pênalti, que Francesco Totti converteu, dando à Itália a vitória por 1 a 0 e a classificação para as quartas de final. A decisão foi amplamente criticada, sendo lembrada como um dos momentos de arbitragem mais controversos da história da Copa do Mundo. O presidente da FIFA, Sepp Blatter, mais tarde pediu desculpas aos torcedores australianos, reconhecendo que o padrão de arbitragem do torneio não foi ideal. Se o VAR existisse na época, provavelmente teria anulado o pênalti, resultando em empate por 0 a 0 e um desfecho diferente para a Austrália. A reanálise do conjunto de dados com VAR reflete corretamente o resultado provável se a tecnologia estivesse disponível.


O chute de Frank Lampard cruzou a linha aos 38 minutos. O árbitro não validou o gol.
O VAR teria validado o gol de Lampard. O placar se torna 4 a 2 para a Alemanha.
4-1 Alemanha


Incidente da tecnologia da linha do gol. Aos 38 minutos, Lampard disparou um chute potente que claramente cruzou a linha do gol após bater no travessão. Nem o árbitro nem os assistentes perceberam que a bola havia ultrapassado totalmente a linha, e o gol não foi validado. Lampard e o banco da Inglaterra comemoraram, mas o jogo continuou com o placar em 2 a 1 a favor da Alemanha. Esse momento foi crucial, pois poderia ter trazido a Inglaterra de volta ao jogo com um placar mais apertado. A Inglaterra acabou perdendo por 4 a 1, mas o incidente foi um catalisador importante para a introdução da tecnologia da linha do gol no futebol. Se o VAR ou a tecnologia da linha do gol estivessem disponíveis, o gol teria sido corretamente validado, possivelmente alterando o momento e o placar do jogo. O incidente é lembrado como um dos gols não validados mais famosos da história da Copa do Mundo.


Tevez marcou aos 26 minutos, mas estava impedido. O árbitro validou o gol.
O VAR teria anulado o gol impedido de Tevez. O placar se torna 2 a 1 para a Argentina.
3-1 Argentina


Claramente impedido. Aos 26 minutos, Tevez marcou o primeiro gol da partida após um rebote, mas os replays mostram claramente que ele estava em posição de impedimento quando o passe foi feito. Jogadores e a comissão técnica do México protestaram, mas o árbitro Roberto Rosetti validou o gol. Mais tarde, Tevez admitiu que sabia que estava impedido, mas optou por não informar a arbitragem. Apesar da controvérsia, o gol foi mantido e contribuiu para a vitória da Argentina por 3 a 1. O gol irregular validado reduziu as chances do México e influenciou o momento da partida. Com a tecnologia VAR, esse gol teria sido anulado, tornando o resultado mais justo. O incidente é um exemplo claro de como a revisão por vídeo poderia aumentar a precisão no futebol.


Edu marcou aos 85 minutos. O árbitro anulou o gol.
O VAR teria validado o gol anulado de Edu. O placar se torna 3-2 para os EUA.
2-2 Empate


O mistério do gol anulado. Aos 85 minutos, Edu acertou um voleio potente após uma cobrança de falta de Landon Donovan, que parecia garantir aos EUA uma vitória dramática. No entanto, o árbitro do Mali, Koman Coulibaly, anulou o gol sem explicação clara. Os replays mostram que Edu não estava impedido e que os empurrões na área foram mútuos entre os jogadores. O gol anulado forçou os EUA a se contentarem com um empate em 2 a 2, dificultando sua classificação. Jogadores como Donovan e Edu expressaram frustração com a decisão. Com o VAR, esse gol quase certamente teria sido validado, garantindo aos EUA uma vitória por 3 a 2 aumentando suas chances no torneio. A reanálise do incidente com o VAR reflete corretamente o que teria acontecido.


De Jong deu uma entrada com a sola da chuteira aos 28 minutos. O árbitro aplicou um cartão amarelo.
O VAR daria o cartão vermelho para De Jong, deixando a Holanda com um a menos.
1-0 Espanha


Entrada de sola alta. Aos 28 minutos, De Jong acertou um chute perigoso com a sola da chuteira no peito do meio-campista espanhol Xabi Alonso, causando dor e choque significativos. Apesar da gravidade do lance, o árbitro Howard Webb aplicou apenas um cartão amarelo, permitindo que De Jong continuasse jogando. Especialistas e torcedores concordam que o lance merecia cartão vermelho, o que teria deixado a Holanda com 10 jogadores e possivelmente mudado a dinâmica da partida. A Espanha acabou vencendo por 1 a 0 na prorrogação, com o gol da vitória de Andrés Iniesta. Com o VAR, a decisão provavelmente teria sido alterada para expulsão, alinhando-se ao consenso de que a entrada era grave e priorizando a segurança e a justiça no jogo.


Luis Suárez mordeu Giorgio Chiellini aos 80 minutos. O árbitro não viu o lance.
O VAR teria aplicado um cartão vermelho pela mordida de Suárez. O placar se torna 0-0.
1-0 Uruguai


Conduta violenta não observada. Na fase de grupos da Copa do Mundo de 2014, entre Uruguai e Itália, Luis Suárez mordeu o zagueiro italiano Giorgio Chiellini durante o segundo tempo. O árbitro não viu o lance, mas os replays confirmaram a mordida. A FIFA impôs a Suárez quatro meses de suspensão de todas as atividades relacionadas ao futebol e nove partidas internacionais. Suárez alegou que foi um acidente devido à perda de equilíbrio, mas as investigações confirmaram que a mordida foi intencional. Com VAR em tempo real, a expulsão teria sido imediata com cartão vermelho. Este caso se tornou um dos incidentes disciplinares mais comentados da história das Copas.


Fred caiu na área aos 71 minutos. O árbitro marcou pênalti.
O VAR teria anulado o pênalti. O placar se torna 2 a 1 para o Brasil.
3-1 Brasil


Polêmica na partida de abertura. Na partida de abertura da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, o atacante Fred caiu após um contato leve do zagueiro croata Dejan Lovren dentro da área, aos 71 minutos. O árbitro japonês Yuichi Nishimura marcou pênalti, mesmo com críticas de jogadores, técnico Niko Kovac e torcedores, que consideraram a queda teatral e a marcação ruim. Fred negou ter simulado, afirmando que sofreu a falta. Neymar converteu o pênalti, contribuindo para a vitória brasileira por 3 a 1. Com o uso do VAR, esse pênalti provavelmente seria anulado, mantendo o placar em 2 a 1 e alterando a dinâmica da partida. A descrição do incidente está alinhada com análises esportivas, reportagens, declarações de jogadores e imagens de vídeo.


Dzeko marcou aos 20 minutos. O árbitro anulou o gol por impedimento. Gol anulado
Gol anulado. O VAR teria validado o gol de Dzeko. O placar se tornaria 1-1.
1-0 Nigéria


Custou a progressão dos estreantes. Na fase de grupos da Copa do Mundo de 2014, em Cuiabá, Dzeko marcou um gol aos 20 minutos, que foi anulado por impedimento pelo árbitro Peter O'Leary e seu assistente, apesar de replays mostrarem que ele estava claramente em posição legal. Essa decisão incorreta negou à Bósnia um empate crucial contra a Nigéria. A Nigéria aproveitou e Peter Odemwingie marcou logo depois, garantindo a vitória por 1 a 0 e eliminando a Bósnia da competição. O gol anulado teve grande impacto na campanha de estreia do país e gerou críticas à arbitragem, incluindo do próprio Dzeko e da mídia bósnia. Com o VAR, o gol provavelmente teria sido validado, podendo mudar o resultado para empate em 1 a 1 e aumentar as chances de classificação da Bósnia. A descrição do conjunto de dados reflete bem relatos, declarações e imagens da época.
As decisões de arbitragem que mudaram a história do futebol e da Copa do Mundo, e partiram corações de muitos torcedores.
Uruguai
Argentina
O Uruguai venceu a Copa do Mundo inaugural em 1930, mas decisões controversas, incluindo um gol anulado da Iugoslávia e um gol impedido validado para o Uruguai, levam a alegações de que a Argentina poderia ter sido campeã. O VAR teria corrigido esses erros, possivelmente coroando a Argentina como campeã.
Alemanha Ocidental
Hungria
A Hungria teve um gol crucial anulado por impedimento nos minutos finais da final. Uma decisão que ainda é debatida. O VAR provavelmente teria validado o gol, impedindo a vitória da Alemanha Ocidental e coroando a Hungria como campeã, dada sua dominância durante todo o torneio.
Itália
França
Na semifinal de 1982, a falta do goleiro alemão Schumacher em Battiston ficou sem punição. O VAR teria concedido um pênalti para a França, provavelmente resultando em uma vitória francesa na semifinal e, potencialmente, no torneio como um todo.
Argentina
Inglaterra
O infame gol "Mão de Deus" de Maradona beneficiou a Argentina nas quartas de final contra a Inglaterra. O VAR teria anulado esse gol de mão, provavelmente alterando o resultado da partida a favor da Inglaterra e possivelmente permitindo que eles vencessem todo o torneio.
Alemanha Ocidental
Argentina
A vitória da Alemanha Ocidental em 1990 incluiu um pênalti duvidoso na final e bolas na mão não marcadas que beneficiaram a Alemanha. Correções do VAR poderiam ter permitido que a Argentina evitasse a derrota e conquistasse o título em seu lugar.
Brasil
Espanha
A Copa de 1994 teve decisões de pênalti controversas e faltas duras não marcadas, como a cotovelada do italiano Tassotti em Luis Enrique. O VAR teria anulado alguns pênaltis e aplicado os cartões adequados, possivelmente permitindo que a Espanha se tornasse campeã.
BrasilA vitória do Brasil em 2002 foi marcada por gols espanhóis anulados e decisões de impedimento controversas contra a Itália. Correções do VAR teriam permitido que Espanha ou Itália avançassem mais na competição, possivelmente coroando uma delas como campeã no lugar do Brasil.
Itália
FrançaA vitória da Itália em 2006 incluiu pênaltis duvidosos e simulações não punidas. O VAR provavelmente teria revertido um pênalti tardio contra a Austrália e penalizado simulações/conduta violenta, possivelmente permitindo que a França conquistassem o título.
Espanha
HolandaA vitória da Espanha em 2010 foi influenciada por gols anulados, como o "gol fantasma" de Lampard pela Inglaterra. O VAR teria validado esses lances, potencialmente dando à Holanda a vantagem necessária para levantar o troféu em seu lugar.
Alemanha
BrasilO título da Alemanha em 2014 incluiu gols e faltas controversas que os beneficiaram. Correções do VAR nesses lances poderiam ter levado o Brasil a levantar o troféu em seu lugar.

O futebol tem que ter emoção, malícia, mas eles quiseram tirar isso do jogo, essa malandragem. O VAR deveria corrigir os erros, mas mesmo com ele, os erros continuam. Há lances de pênalti que o VAR analisa e concede, mas que na verdade não foram. E vice-versa. Muitas vezes, lances simples não são detectados corretamente.
